Fim de ano: gastar ou investir? Eis a questão!

Artigo 18/12/2019

Com a chegada do fim do ano, o comércio vive uma explosão de vendas. A lista de fatores que incentiva esse consumo é grande: Black Friday, 13º salário, Natal, Ano Novo, férias escolares, confraternizações e todas essas situações que, no final das contas, resultam em uma questão básica e bastante popular: débito ou crédito?


Por conta do ritmo agitado de vida, é importante comprar presentes, dar um mimo a você mesmo ou viajar para um descanso merecido são coisas saudáveis e que devem ser priorizadas caso exista uma tranquilidade financeira porque essas são as coisas que fazem a vida valer a pena. O problema está no descontrole e falta de planejamento!

Por isso, e para aproveitar melhor esses momentos da vida, a educação financeira é determinante. Ela evita comportamentos sabotadores que criam dificuldades de manter as contas no azul em meio a tantos gastos típicos da temporada. Rever a relação com o dinheiro, os hábitos e costumes de consumo e montar uma reserva de emergência é fundamental para criar uma vida financeira mais sossegada.

Investir é uma boa alternativa para cuidar melhor da própria grana, pensando em objetivos de curto, médio e longo prazo.

Não investiu esse ano? Ainda dá tempo!

Apesar das tentações das compras de fim de ano, o período também é época para ganhar um dinheiro extra. Por isso, é importante traçar novas metas! Em vez de gastar tudo ou deixar o dinheiro parado, por que não fazer com que ele fique rendendo para te ajudar a atingir mais rapidamente os seus sonhos?

Para isso, não é preciso esperar chegar o dia 01 de janeiro. O pontapé inicial deve começar o mais rápido possível.

Mas, antes de começar a investir, é preciso aprender a ter o controle real de sua vida financeira. Isso não significa que toda e qualquer compra deva ser interrompida, mas que um plano de gastos seja desenvolvido para evitar dívidas desnecessárias.

É importante ter em mente que a educação financeira é similar com uma dieta: não é preciso seguir a risca ou radicalizar, mas se reeducar e trabalhar a disciplina para atingir objetivos maiores.

Para auxiliar na construção desse plano, separamos algumas dicas que irão te ajudar a dar os primeiros passos no mundo dos investimentos. Confira:

1) Coloque a casa em ordem. Não dá para começar a investir sem antes organizar suas finanças. Em primeiro lugar, pague suas dívidas. O método dos potes é uma teoria muito fácil para ajudar a ter uma visão de como suas finanças já podem trabalhar para você.

2) Defina objetivos: depois de organizar a vida financeira, anote todos os seus objetivos de acordo com o tempo. Pensando no hoje e lá na frente. Os investimentos precisam combinar com as suas metas.

3) Perfil de Investidor: conservador, moderado ou experiente? É essencial descobrir o seu perfil de investidor antes de começar a investir para te orientar nas escolhas de produtos compatíveis com seus objetivos, com a sua tolerância a correr risco e as suas expectativas de investimento.

4) Reserva de Emergência. Imprevistos acontecem, mas não são nada bem-vindos. Então se prepare para eles. Guarde um dinheiro para não ficar de cabelo em pé na hora que o inesperado chegar.

5) Abra uma conta em uma corretora de valores de confiança. É 100% digital e com taxa zero em diversos investimentos. Começar a investir é mais fácil do que você imagina e a partir de R$ 30 já é possível dar uma experiência diferente ao seu dinheiro neste fim de ano.

6) Bônus: abuse das oportunidades! Na internet você pode pesquisar  várias opções de investimentos com custo reduzido e altas rentabilidades. Tá aí uma forma de “gastar” seu dinheiro com foco em render mais, não é mesmo?



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