Governo estuda novas medidas para acelerar o crescimento econômico

Noticias 02/05/2012

Dilma reúne-se com Mantega para intensificar ações para crescimento.


A presidente Dilma Rousseff inicia nessa semana uma rodada de reuniões com centrais sindicais, empresários e conselho político. O foco é reforçar a necessidade de medidas para garantir o crescimento econômico do País. A estratégia para esses encontros está sendo discutida neste momento entre o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e a presidente Dilma. Mantega antecipou seu retorno a Brasília, que estava previsto para a tarde.

Entre as medidas que o governo estuda, mas ainda depende de uma série de circunstâncias, está a redução da rentabilidade da caderneta de poupança. Os estudos do governo estão concluídos e a avaliação está apenas na definição do timing para a divulgação da proposta.

Na quinta-feira, Dilma se reúne com líderes governistas e partidários, que formam o conselho político. Em seguida, ela se reunirá com sindicalistas e participará da posse do novo ministro do Trabalho, Brizola Neto, marcada para as 11 horas. Os sindicalistas já estão em Brasília e participam da reunião da Mesa Permanente de Negociação, com o ministro da Secretaria Geral, Gilberto Carvalho.

No início da tarde, às 15 horas, Dilma se reunirá com empresários. O discurso é mais uma tentativa de estimular os empresários a não desistirem de investir no País. Sem esses investimentos, o ritmo de crescimento da economia pode mesmo confirmar as previsões mais pessimistas.

Embora a situação do Brasil esteja distinta dos países europeus, um agravamento da crise na zona do euro, com mais países sendo arrastados para a recessão, força o governo brasileiro a buscar saída para o aumento da produção e do fortalecimento do mercado interno, com uma maior demanda por parte dos consumidores.

Embora o governo trabalhe com a expectativa de um crescimento de 4,5%, a sondagem do mercado revelada na pesquisa Focus, divulgada na segunda, estima um crescimento de 3,2% do Produto Interno Bruto (PIB). A previsão oficial do Banco Central considera uma atividade econômica ao ritmo de 3,5%.

 

Fonte: http://economia.estadao.com.br


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